Ortodoxia - G.K. Chesterton

By G.K. Chesterton

Release Date: 2013-01-01

Genre: Family & Relationships

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O marco do pensamento cristĂŁo do sĂ©culo XX. "Chesterton (1874-1936) faz neste livro uma autobiografia espiritual, em que o nĂșcleo da crença cristĂŁ se apresenta como suficiente arcabouço para conferir sentido Ă  existĂȘncia humana." - O Estado de SĂŁo Paulo. "Um sĂ©culo depois de sua aparição, o livro mantĂ©m todo o seu frescor e novidade." - Marcelo Coelho (Folha de SĂŁo Paulo). "Um verdadeiro 'tour de force', em termos de inteligĂȘncia e de humor." - Moacyr Scliar (Folha de SĂŁo Paulo). "Publicado em 1909, Ortodoxia Ă© a melhor sĂ­ntese de seu pensamento sobre a religiĂŁo." - Revista Veja. "Leiam, por amor Ă  inteligĂȘncia, Ortodoxia, que acaba de ser relançado pela editora Mundo CristĂŁo." - Reinaldo Azevedo. "Uma eloqĂŒente apologia do cristianismo contra as filosofias e doutrinas do inĂ­cio do sĂ©culo XX." - O Globo. "O ensaĂ­smo de Chesterton me atrai por sua arte argumentativa." - Daniel Piza (O Estado de SĂŁo Paulo). Numa Ă©poca em que a Europa dava os primeiros passos para tornar-se uma sociedade pĂłs-cristĂŁ, um intelectual de grosso calibre, cansado do cinismo reinante e do fascĂ­nio despertado por novas idĂ©ias, resgata o nĂșcleo da fĂ© cristĂŁ como arcabouço suficiente para dar sentido Ă  existĂȘncia humana. Ao contar sua jornada espiritual, G. K. Chesterton faz saber Ă  intelligentsia europĂ©ia da primeira metade do sĂ©culo XX que o socialismo, o relativismo, o materialismo e o ceticismo estavam longe de responder Ă s questĂ”es existenciais mais profundas. E quando questionado sobre as aparentes contradiçÔes da fĂ© cristĂŁ, Chesterton era um mestre em valer-se do paradoxo para apresentar a simplicidade do senso comum. Seu jeito despojado, seu estilo incisivo e a facilidade de rir de si mesmo tornaram cĂ©lebres seus debates com intelectuais da Ă©poca, como George Bernard Shaw, H.G. Wells, Bertrand Russell e Clarence Darrow. Dono de uma pena arguta, sutil e envolvente, Gilbert Keith Chesterton deixou marcas inesquecĂ­veis em mestres da literatura como Hemingway, Borges, GarcĂ­a MĂĄrquez e T. S.

Ortodoxia - G.K. Chesterton

By G.K. Chesterton

Release Date: 2013-01-01

Genre: Family & Relationships

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O marco do pensamento cristĂŁo do sĂ©culo XX. "Chesterton (1874-1936) faz neste livro uma autobiografia espiritual, em que o nĂșcleo da crença cristĂŁ se apresenta como suficiente arcabouço para conferir sentido Ă  existĂȘncia humana." - O Estado de SĂŁo Paulo. "Um sĂ©culo depois de sua aparição, o livro mantĂ©m todo o seu frescor e novidade." - Marcelo Coelho (Folha de SĂŁo Paulo). "Um verdadeiro 'tour de force', em termos de inteligĂȘncia e de humor." - Moacyr Scliar (Folha de SĂŁo Paulo). "Publicado em 1909, Ortodoxia Ă© a melhor sĂ­ntese de seu pensamento sobre a religiĂŁo." - Revista Veja. "Leiam, por amor Ă  inteligĂȘncia, Ortodoxia, que acaba de ser relançado pela editora Mundo CristĂŁo." - Reinaldo Azevedo. "Uma eloqĂŒente apologia do cristianismo contra as filosofias e doutrinas do inĂ­cio do sĂ©culo XX." - O Globo. "O ensaĂ­smo de Chesterton me atrai por sua arte argumentativa." - Daniel Piza (O Estado de SĂŁo Paulo). Numa Ă©poca em que a Europa dava os primeiros passos para tornar-se uma sociedade pĂłs-cristĂŁ, um intelectual de grosso calibre, cansado do cinismo reinante e do fascĂ­nio despertado por novas idĂ©ias, resgata o nĂșcleo da fĂ© cristĂŁ como arcabouço suficiente para dar sentido Ă  existĂȘncia humana. Ao contar sua jornada espiritual, G. K. Chesterton faz saber Ă  intelligentsia europĂ©ia da primeira metade do sĂ©culo XX que o socialismo, o relativismo, o materialismo e o ceticismo estavam longe de responder Ă s questĂ”es existenciais mais profundas. E quando questionado sobre as aparentes contradiçÔes da fĂ© cristĂŁ, Chesterton era um mestre em valer-se do paradoxo para apresentar a simplicidade do senso comum. Seu jeito despojado, seu estilo incisivo e a facilidade de rir de si mesmo tornaram cĂ©lebres seus debates com intelectuais da Ă©poca, como George Bernard Shaw, H.G. Wells, Bertrand Russell e Clarence Darrow. Dono de uma pena arguta, sutil e envolvente, Gilbert Keith Chesterton deixou marcas inesquecĂ­veis em mestres da literatura como Hemingway, Borges, GarcĂ­a MĂĄrquez e T. S.

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